Amar é amar com os deifeitos.
É saber que o outro tem manias, vícios, idéias contrárias as suas, e ainda assim ama-lo.
Amar, é adorar o jeito desleixado do outro, é entender que ele não é seu príncipe do cavalo branco, mas que ele é tudo o que precisa.
É pensar que nas noites de lua cheia, a lua fica mais iluminada quando ele te acompanha.
Amar de verdade, é seguir os passos do outro, mesmo que aquele não seja o seu caminho. É trocar a estrada, e conhecer novos horizontes.
É entender que mesmo sem querer, ele vai te magoar, vai tirar algumas lágrimas de ti. Apesar de tudo isso, logo depois ele vai te regar de amor, te encher de flores e gerar frutos em você.
Quem ama, ama a convivência, o cheiro, a pele de um encaixando noutro, quem ama, chora de emoção, descansa no melhor dos travisseiros, o peito do amado.
O amor todavia, é ilógico aos olhos dos homens, são apenas impulsos nervosos que fazem o corpo agir de modo estranho.
Pare de querer entender as nossas estranhezas anatonicas, ocupe o seu tempo tentando entender a sua semente, aquela que guarda o mais difícil Graal de nossa alma, o indecifrável mistério do "amar".
segunda-feira, 6 de abril de 2009
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